Pessoas, não querendo desmerecer os cursos que existem por
ai a fora, online, presencial, semipresencial e de toda e qualquer natureza a
ser aplicada, considerando que toda formação é válida para capacitar um
profissional, com qualidade, dentro de suas profissões devidas, após passar por
situações que podemos chamar de “saia justa”, quando após 4 anos e meio em
busca de conhecimento e comportamento jornalístico numa Universidade, tive que
ler (há algum tempo) que para ser jornalista não precisava ter diploma – graças
a Deus essa fase negra da profissão passou – agora me deparo vez, por outra com
cursos online e de curta duração que asseguram a quem interessar possa, que
formam PROFISSIONAIS em Design de Interiores.
Pois bem, desculpem-me os arquitetos, mas mesmo que ainda
não reconhecida a profissão de Designer de Interiores perante o Ministério da
Educação, porém com reconhecimento do curso de graduação, seja bacharel, seja
tecnológico, o DESIGNER DE INTERIORES (DI) é o profissional responsável sim,
pelo bem estar, pela projeção de layouts, pela ergonomia aplicada corretamente,
pela aplicabilidade das artes, aplicabilidade da funcionalidade e, por fim,
aplicabilidade da estética, do conforto e da personalização dos ambientes.
Não edificamos, apenas construímos ambientes! Damos sim,
continuidade ao trabalho do arquiteto, porque a edificação sozinha é fria. Precisa
de aconchego, de cor, precisa de utilização correta das peças, precisa de
beleza. A partir dai, vemos que esses “cursinhos” de seis, oito horas, que
afirmam ter em seus ensinamentos a mesma formação que um Designer de Interiores
obteve durante alguns anos de UNIVERSIDADE, não passam de questionáveis.
Cabe a nós, Designers de Interiores, pessoas que se
consideram dominadora de seus conhecimentos técnicos bater o pé, chamar a
atenção e falar aos quatro cantos, principalmente aos clientes e possíveis clientes,
o que é, o que faz e para que serve um Designer de Interiores com a devida
qualificação profissional. Que esses cursinhos não passam de “aspas” a serem
aplicadas em quem venha acreditar que pode ser um profissional sem
qualificação.
Chamem a atenção para que nossa profissão não seja tão
atingida negativamente por leigos que denigrem a imagem do DI, achando que
podem fazer e acontecer somente pelo fato de ter feito um desses cursinhos
ridículos.
Pronto. Falei!
