terça-feira, 23 de outubro de 2012

DIGA NÃO AOS CURSINHOS MEIA BOCA


Pessoas, não querendo desmerecer os cursos que existem por ai a fora, online, presencial, semipresencial e de toda e qualquer natureza a ser aplicada, considerando que toda formação é válida para capacitar um profissional, com qualidade, dentro de suas profissões devidas, após passar por situações que podemos chamar de “saia justa”, quando após 4 anos e meio em busca de conhecimento e comportamento jornalístico numa Universidade, tive que ler (há algum tempo) que para ser jornalista não precisava ter diploma – graças a Deus essa fase negra da profissão passou – agora me deparo vez, por outra com cursos online e de curta duração que asseguram a quem interessar possa, que formam PROFISSIONAIS em Design de Interiores.
Pois bem, desculpem-me os arquitetos, mas mesmo que ainda não reconhecida a profissão de Designer de Interiores perante o Ministério da Educação, porém com reconhecimento do curso de graduação, seja bacharel, seja tecnológico, o DESIGNER DE INTERIORES (DI) é o profissional responsável sim, pelo bem estar, pela projeção de layouts, pela ergonomia aplicada corretamente, pela aplicabilidade das artes, aplicabilidade da funcionalidade e, por fim, aplicabilidade da estética, do conforto e da personalização dos ambientes.
Não edificamos, apenas construímos ambientes! Damos sim, continuidade ao trabalho do arquiteto, porque a edificação sozinha é fria. Precisa de aconchego, de cor, precisa de utilização correta das peças, precisa de beleza. A partir dai, vemos que esses “cursinhos” de seis, oito horas, que afirmam ter em seus ensinamentos a mesma formação que um Designer de Interiores obteve durante alguns anos de UNIVERSIDADE, não passam de questionáveis.
Cabe a nós, Designers de Interiores, pessoas que se consideram dominadora de seus conhecimentos técnicos bater o pé, chamar a atenção e falar aos quatro cantos, principalmente aos clientes e possíveis clientes, o que é, o que faz e para que serve um Designer de Interiores com a devida qualificação profissional. Que esses cursinhos não passam de “aspas” a serem aplicadas em quem venha acreditar que pode ser um profissional sem qualificação.
Chamem a atenção para que nossa profissão não seja tão atingida negativamente por leigos que denigrem a imagem do DI, achando que podem fazer e acontecer somente pelo fato de ter feito um desses cursinhos ridículos.

Pronto. Falei!